Há uma história sobre um tal de Jesus...

Dizem que, por falta de vagas nos hotéis próximos à rodoviária, sua mãe acabou parindo no curral dos animais.

Há relatos também de que o casamento de seus pais aconteceu em meio a circunstâncias estranhas. Parece que o homem suspeitava que a gravidez de sua futura esposa era de outro. E isso era bem provável, pois ela ainda era virgem. Como diz o ditado: “família é tudo igual… só muda o endereço”.

Lá pelos seus 12 anos, o moleque espichava na altura. Ao invés de ir pro campo de futebol, o pivete insistia em perturbar os religiosos. Enchia todos eles de perguntas. E surpreendentemente, eles até gostavam.

Então Jesus atingiu a maioridade!



E resolveu que ia fazer uma turnê com sua banda pelas cidades próximas.

Como loucura é algo magnético, rapidamente recrutou 12 integrantes. Na época era permitido montar bandas de rock com tantos membros (Hoje em dia, passou de 5, é considerado grupo de pagode).

Infelizmente a banda não era tão boa. Bom mesmo era o vocalista. Jesus arregaçava com tudo e com todos. As letras de suas músicas mexiam realmente com as pessoas. E curiosamente, não havia nada de tão novo.

Fazia algo que o Iron Maiden faz até hoje: citou textos históricos e amplamente conhecidos. E em meio à turnê, multidões começaram a se aglomerar.

E graças a seus talentos vocais insuperáveis (desculpe Bruce Dickinson, mas Jesus era o máximo), ficou conhecido por Mestre.



A maioria das pessoas ignorava que o talento de Jesus que foi descoberto por um famoso produtor chamado João Batista.

Ele inclusive foi o idealizador do primeiro “Rock in Rio Jordão”, show em que Jesus se apresentou publicamente pela primeira vez. O show foi incrível.

As pessoas ficaram atônitas, sem entender de onde vinha aquele vozerão.

Infelizmente o pobre Batista não pode Patrocinar Jesus. Como a maioria dos produtores musicais, acabou perdendo a cabeça e foi assassinado de maneira trágica.

Ao contrário do baixista (um tal de Judas), que em seu íntimo desejava fazer carreira solo num futuro próximo, Jesus queria que a banda tivesse sua musicalidade por toda a eternidade.

E pra isso investiu pesado na formação de cada um dos integrantes.

A turnê foi um sucesso absoluto!!!



A fama de Jesus o precedia!

E ele era muito amigável e simpático, não recusava um autógrafo para nenhum de seus fãs.

Mas fã é um bicho complicado. Hoje tá atrás de Jesus… amanhã já tá atrás do Calypso.

Mas mesmo sabendo que a multidão não era fiel a suas músicas, Jesus continuava a cantar.

Jesus era um cara estranho. Mesmo podendo hospedar-se nos melhores hotéis, preferia dormir na casa de amigos. E nem eram amigos de longa data.

A maioria eram pessoas conhecidas nas ruas, em meio à turnê. Coisa de rockstar mesmo.


E eu poderia contar dezenas de histórias inéditas sobre Jesus e suas incríveis façanhas.

Mas o realmente deve ser observado é sua atitude em, sendo o Deus do rock, se fazer acessível como um mero fã, para que todos nós possamos conhecer sua música.

Eu vi Aqui escrito pelo Ariovaldo

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